Os motoristas americanos que embarcarem na nova onda de economia de gasolina podem se surpreender ao conhecerem os números de consumo de combustível dos novos preferidos de Detroit: os veículos flexíveis em combustível que podem funcionar com etanol E85 etanol é o mesmo que o conhecido álcool dos brasileiros. Dirija o novo Impala V6 da Chevrolet com a boa e conhecida gasolina e ele fará 8,9 km/l na cidade e 13,2 km/l na estrada, de acordo com a estimativa da Agencia de Proteçao Ambiental (EPA) dos EUA. Use E85, uma mistura de 85% de etanol e 15% de gasolina daí o nome do combustível, alardeado pelos fabricantes americanos de automóveis com a sua mais nova soluçao de combustível alternativo, e os números da EPA para o Impala caem para 6,8 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada.
Nao sao números melhores com outros tipos de veículos flexíveis em combustível "flex", como sao mais conhecidos no Brasil que podem rodar apenas com E85, com apenas gasolina ou com uma combinaçao dos dois. Dirija um Ford V8 F150 4x2 com traçao nas duas rodas abastecido com gasolina comum e a EPA afirma que ele fará cerca de 6 km/l na cidade e 8 km/l na estrada. Dirija o mesmo veículo com etanol E85 e ele fará 4,7 km/l na cidade e 6 km/l na estrada. Em outras palavras, com o E85 ambientalmente correto voce rodará menos quilômetros com 1 litro do que com gasolina.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
Aditivos: Saiba mais sobre aditivos para carros
Aditivos, podem ser vistos como uma manutenção preventiva ou uma despesa que pode ser evitada? É realmente eles são polêmicos! Entre os mais conhecidos, estão os que trabalham junto com o lubrificante do motor, cuja função é diminuir atritos internos.
Existem dois tipos de uso para esses Aditivos:
- Motores novos: na forma de prolongar a vida útil do motor.
- Motores cansados: Esses pretendem agir sobre as folgas internas do motor, isto é folgas de bronzinas e anéis, diminuindo a queima de óleo.
Você encontra também um com o tipo ação detergente, onde sua função é evitar a formação de borras no cárter e eliminar a carbonização interna do motor, isto é comum aos dois tipos de aditivos citados acima.
Tem aditivos para:
- o combustível;
- radiadores;
- para cambio e transmissão.
Existem dois tipos de uso para esses Aditivos:
- Motores novos: na forma de prolongar a vida útil do motor.
- Motores cansados: Esses pretendem agir sobre as folgas internas do motor, isto é folgas de bronzinas e anéis, diminuindo a queima de óleo.
Você encontra também um com o tipo ação detergente, onde sua função é evitar a formação de borras no cárter e eliminar a carbonização interna do motor, isto é comum aos dois tipos de aditivos citados acima.
Tem aditivos para:
- o combustível;
- radiadores;
- para cambio e transmissão.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Conheça os Tipos de Gasolina: Comum, Aditivada, Premium, Podium e Diesel
Gasolina definição.
A gasolina é um combustível constituído basicamente por hidrocarbonetos e, em menor quantidade, por produtos oxigenados. Esses hidrocarbonetos são, em geral, mais "leves" do que aqueles que compõem o óleo diesel, pois são formados por moléculas de menor cadeia carbônica. Além dos hidrocarbonetos e dos oxigenados, a gasolina contém ainda compostos de enxofre, compostos de nitrogênio e compostos metálicos, todos eles em baixas concentrações. A faixa de destilação da gasolina automotiva varia de 30 a 220°C. Atualmente são produzidos diversos tipos de gasolina sendo utilizada tecnologia própria para fabricar as diversas frações de petróleo constituintes da gasolina e misturá-las entre si e com os aditivos, através de formulações convenientemente definidas para atender aos requisitos de qualidade do produto. No mercado nacional existem dois tipos principais de gasolina: A gasolina de 95 octanas e a Gasolina de 98 octanas, a sua diferença reside na eficiência em geração de energia. Na gasolina com mais octanas a explosão é mais tardia, o que significa que esta é aproveitada no seu ponto crítico, previsto para retirar um maior rendimento. A escolha do tipo de combustível mais adequado para cada veículo deve ser feita de acordo com a orientação do fabricante, através de consultas ao manual do proprietário ou ao serviço de atendimento ao cliente, nos casos em que estas informações não estejam claras. Alguns fabricantes, principalmente de veículos importados, informam o valor da octanagem (RON), cabendo ao usuário a escolha do tipo da gasolina mais adequado dentre as opções disponíveis no país. Os tipos de gasolina são oferecidos de acordo com as principais características de projeto dos motores, em função de: Taxa de compressão do motor e outras variáveis que afetem a temperatura e pressão dentro do motor.
No Brasil, atualmente encontram-se no comércio vários tipos de gasolina que são:
Gasolina do tipo A ( 73 octanas - gasolina amarela ).
Gasolina do tipo B ( 82 octanas - gasolina azul).
Gasolina do tipo C ( 76 octanas - gasolina + álcool ).
Gasolina verde - cujo NO = 110 - 130.
A gasolina é um combustível constituído basicamente por hidrocarbonetos e, em menor quantidade, por produtos oxigenados. Esses hidrocarbonetos são, em geral, mais "leves" do que aqueles que compõem o óleo diesel, pois são formados por moléculas de menor cadeia carbônica. Além dos hidrocarbonetos e dos oxigenados, a gasolina contém ainda compostos de enxofre, compostos de nitrogênio e compostos metálicos, todos eles em baixas concentrações. A faixa de destilação da gasolina automotiva varia de 30 a 220°C. Atualmente são produzidos diversos tipos de gasolina sendo utilizada tecnologia própria para fabricar as diversas frações de petróleo constituintes da gasolina e misturá-las entre si e com os aditivos, através de formulações convenientemente definidas para atender aos requisitos de qualidade do produto. No mercado nacional existem dois tipos principais de gasolina: A gasolina de 95 octanas e a Gasolina de 98 octanas, a sua diferença reside na eficiência em geração de energia. Na gasolina com mais octanas a explosão é mais tardia, o que significa que esta é aproveitada no seu ponto crítico, previsto para retirar um maior rendimento. A escolha do tipo de combustível mais adequado para cada veículo deve ser feita de acordo com a orientação do fabricante, através de consultas ao manual do proprietário ou ao serviço de atendimento ao cliente, nos casos em que estas informações não estejam claras. Alguns fabricantes, principalmente de veículos importados, informam o valor da octanagem (RON), cabendo ao usuário a escolha do tipo da gasolina mais adequado dentre as opções disponíveis no país. Os tipos de gasolina são oferecidos de acordo com as principais características de projeto dos motores, em função de: Taxa de compressão do motor e outras variáveis que afetem a temperatura e pressão dentro do motor.
No Brasil, atualmente encontram-se no comércio vários tipos de gasolina que são:
Gasolina do tipo A ( 73 octanas - gasolina amarela ).
Gasolina do tipo B ( 82 octanas - gasolina azul).
Gasolina do tipo C ( 76 octanas - gasolina + álcool ).
Gasolina verde - cujo NO = 110 - 130.
Como Utilizar Bem o Ar-Condicionado e a Função de Recirculação
Qual a função da tecla de recirculação existente nos comandos de ar-condicionado?
Devo acioná-la em que situações?
Que outras medidas posso tomar para o uso do aparelho não prejudicar a saúde dos passageiros?
O uso correto da recirculação, que para alguns pode parecer um reforço na atuação do ar-condicionado pelo aumento resultante no ruído, é um dos segredos para obter conforto do sistema sem prejuízos a saúde. Ativada a função, o aparelho passa a trabalhar apenas com o ar interno do veículo. Ideal para circular em meio a fumaça de caminhões, rodar em estradas poeirentas ou atravessar regiões de mau cheiro, a recirculação não deve ser mantida por longo tempo, pois resseca o ar e pode agravar problemas respiratórios como rinite e bronquite. Mesmo em tráfego pesado e sob forte calor, convém liberar a admissão de ar (ou mesmo abrir um pouco as janelas) de tempos em tempos para não viciar o ar interno.
O uso da recirculação é recomendado, contudo, quando se entra no carro após horas exposto ao sol. Nessa situação o indicado é utilizar o ventilador no máximo e o termostato na posição mais fria, além de abrir as janelas para uma renovação mais rápida. A medida em que a temperatura cai, feche as janelas, depois desative a recirculação, procure reduzir a velocidade do ventilador e, se possível, ajustar o comando de temperatura para um ponto mais elevado e não desligar o equipamento, o que pode gerar sensação de abafamento pela súbita elevação da umidade do ar. O mesmo deve ser feito ao chegar ao destino, quando o choque térmico na saída do carro causa desconforto.
Além de prudentes a saúde, são atitudes que pagam dividendos no desempenho, consumo e nível de ruído interno do carro. O ventilador deve trabalhar mais rápido, porém, no trânsito lento para evitar formação de gelo no evaporador, origem da água que tão comumente se ve escorrendo de carros recém-estacionados. Outra regra: direcione as saídas de ar para o alto, pois o intuito é refrigerar o ambiente e não os passageiros. Além de evitar um resfriado, você estará distribuindo melhor o ar fresco pelo interior, pois a física ensina que o ar quente tende a subir e o frio a descer. Assim também é mantida a situação climática (pés quentes, cabeça fresca) mais favorável a concentração do motorista. O ar mais quente só deve ser dirigido para cima em tempo chuvoso, quando o ar-condicionado mostra-se ótima solução para desembaçar o pára-brisa: como o ar emitido é seco, absorve em segundos a umidade do vidro, proporcionando boa visibilidade.
Devo acioná-la em que situações?
Que outras medidas posso tomar para o uso do aparelho não prejudicar a saúde dos passageiros?
O uso correto da recirculação, que para alguns pode parecer um reforço na atuação do ar-condicionado pelo aumento resultante no ruído, é um dos segredos para obter conforto do sistema sem prejuízos a saúde. Ativada a função, o aparelho passa a trabalhar apenas com o ar interno do veículo. Ideal para circular em meio a fumaça de caminhões, rodar em estradas poeirentas ou atravessar regiões de mau cheiro, a recirculação não deve ser mantida por longo tempo, pois resseca o ar e pode agravar problemas respiratórios como rinite e bronquite. Mesmo em tráfego pesado e sob forte calor, convém liberar a admissão de ar (ou mesmo abrir um pouco as janelas) de tempos em tempos para não viciar o ar interno.
O uso da recirculação é recomendado, contudo, quando se entra no carro após horas exposto ao sol. Nessa situação o indicado é utilizar o ventilador no máximo e o termostato na posição mais fria, além de abrir as janelas para uma renovação mais rápida. A medida em que a temperatura cai, feche as janelas, depois desative a recirculação, procure reduzir a velocidade do ventilador e, se possível, ajustar o comando de temperatura para um ponto mais elevado e não desligar o equipamento, o que pode gerar sensação de abafamento pela súbita elevação da umidade do ar. O mesmo deve ser feito ao chegar ao destino, quando o choque térmico na saída do carro causa desconforto.
Além de prudentes a saúde, são atitudes que pagam dividendos no desempenho, consumo e nível de ruído interno do carro. O ventilador deve trabalhar mais rápido, porém, no trânsito lento para evitar formação de gelo no evaporador, origem da água que tão comumente se ve escorrendo de carros recém-estacionados. Outra regra: direcione as saídas de ar para o alto, pois o intuito é refrigerar o ambiente e não os passageiros. Além de evitar um resfriado, você estará distribuindo melhor o ar fresco pelo interior, pois a física ensina que o ar quente tende a subir e o frio a descer. Assim também é mantida a situação climática (pés quentes, cabeça fresca) mais favorável a concentração do motorista. O ar mais quente só deve ser dirigido para cima em tempo chuvoso, quando o ar-condicionado mostra-se ótima solução para desembaçar o pára-brisa: como o ar emitido é seco, absorve em segundos a umidade do vidro, proporcionando boa visibilidade.
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